Notícias

Séries

Filmes

Livros

Publicações Recentes

Review: Heart: Future Whispers (PC) - Curto e Desafiador

Nuntius Games/Divulgação


Heart: Future Whispers, um dos primeiros jogos lançados pela publisher Nuntius Games, oferece uma experiência de tiro top-down curta, mas intensa, valendo cada centavo investido.

Ficha Técnica:

Desenvolvimento: Baltared
Distribuição: Nuntius Games
Jogadores: 1 (local)
Gênero: Ação
Idioma: Português (Interface e legendas)
Plataformas: PC

Uma Jogabilidade Desafiadora


Nuntius Games/ Divulgação

A jogabilidade de Heart: Future Whispers é extremamente desafiadora. No jogo, controlamos Aegis, que, em uma arena, deve destruir todos os núcleos de energia da área antes de enfrentar o chefe final. Tudo isso enquanto protege Amara, sua parceira de aventuras.

Durante a partida, diversas armas ficam disponíveis para o jogador, adquiridas com o dinheiro obtido ao derrotar inimigos. Cabe a quem joga utilizar habilidade e estratégia para escolher a melhor arma para cada situação.

O jogo é curto (o que justifica seu preço acessível) e apresenta uma curva de dificuldade acentuada. Isso pode frustrar alguns jogadores no início, mas, após se acostumar com as mecânicas, especialmente com a movimentação e o dash, Heart se torna mais fluido e prazeroso de jogar.

Nuntius Games/ Divulgação

Além disso, há o modo infinito, que, como o nome sugere, desafia o jogador a testar suas habilidades e ver até onde consegue chegar. No geral,
Heart: Future Whispers é um jogo bem estruturado, com nenhum problema técnico.

Ainda que possa haver críticas sobre a dificuldade do jogo, entendo que, pela curta duração do mesmo, uma dificuldade menos acentuada poderia diminuir a atenção e o tempo que o jogador passaria jogando. Se houver, por parte da desenvolvedora, ideias para um novo jogo ou expansão deste, uma dificuldade mais balanceada seria interessante

Gráficos e Direção de Arte

Visualmente, Heart cumpre seu papel, com uma modelagem 3D competente e um bom desempenho gráfico. No entanto, no quesito direção de arte, o jogo acaba soando genérico, especialmente nos cenários, armas e inimigos. Por outro lado, o chefe final e a dupla de protagonistas se destacam e possuem certo carisma.

Devido à curta duração da campanha, não há muito espaço para explorar a direção artística de maneira mais profunda, mas existem qualidades que poderiam ser melhor desenvolvidas em uma possível continuação.

Um Grande Prólogo
Nuntius Games/ Divulgação

Mystra, a guardiã do Elo Eye, tem uma visão sombria da destruição iminente dos Elos – os pilares do equilíbrio universal. Para enfrentar essa ameaça, ela convoca Aegis, um ciborgue imortal encarregado de proteger Amara, uma pesquisadora conectada ao Elo Heart. Esse Elo concede imortalidade a outro ser, mas à custa da própria vulnerabilidade de seu portador. Juntos, eles devem desvendar o futuro caótico que se aproxima e ameaça todo o cosmos.

Esse é, basicamente, o enredo de Heart. Porém, ao final do modo história, a narrativa não chega a uma conclusão satisfatória. A impressão é que toda a trama serve apenas como um grande prólogo para algo maior, possivelmente uma continuação. Isso pode frustrar alguns jogadores, pois, embora haja um desfecho, ele não é particularmente satisfatório.

Bom e Barato, mas Curto

Apesar da curta duração, sua jogabilidade desafiadora e seu preço acessível tornam Heart: Future Whispers uma experiência válida, especialmente para quem deseja testar suas habilidades no modo infinito. Com a parceria da publisher e a possível popularização do jogo, há esperança de uma continuação ou novos conteúdos, pois o título demonstra potencial.



Cópia de PC cedida pelos produtores

Nota Final: 7/10

Prós:
✔️ Divertido
✔️ Desafiador

Contras:
❌ Direção de arte pouco inspirada

Compre este jogo aqui:
Steam - Heart: Future Whispers



SNK

Fatal Fury: City of the Wolves: O que mudou na segunda beta ?

Após a disponibilização do primeiro beta aberto, Fatal Fury: City of the Wolves mostrou-se um jogo de luta promissor, mas com problemas que poderiam comprometer as ambições da desenvolvedora, SNK. Diante das críticas, o diretor do game, Yasuyuki Oda, prometeu corrigir os pontos negativos e lançar uma nova versão de testes. Assim, entre os dias 27 e 31 de março, a segunda beta foi disponibilizada. Mas será que houve melhorias? É o que analisaremos neste artigo.


SNK/Divulgação

Houve melhorias ?

No que diz respeito ao layout, direção de arte, modelagem dos personagens e outras características visuais, não houve mudanças significativas de uma beta para outra. Portanto, nosso foco será nos problemas apresentados na versão anterior, principalmente no que se refere à conectividade. Caso queira saber mais sobre os pontos não citados, clique aqui

Felizmente, a conectividade melhorou. Em comparação com a primeira beta, tanto o matchmaking quanto o netcode apresentaram um desempenho mais satisfatório. O matchmaking funcionou quase perfeitamente, emparelhando os jogadores de forma eficiente, priorizando adversários do mesmo continente e, consequentemente, reduzindo o ping.


SNK/Divulgação

O netcode também mostrou avanços: as partidas online estavam mais fluidas e agradáveis de jogar. Ainda assim, houve alguns travamentos em determinados momentos, mas é difícil atribuir totalmente a culpa ao jogo, já que a qualidade da conexão do oponente também pode influenciar nesses casos.

Com essas melhorias, a SNK conseguiu solucionar um dos principais obstáculos que poderiam prejudicar o sucesso do jogo, pavimentando o caminho para um lançamento sólido.

Outros conteúdos.

SNK/Divulgação

Além das melhorias na conectividade, poucas novidades foram adicionadas nesta segunda beta. Entre as mais relevantes, destacam-se a introdução do personagem Tizoc, um velho conhecido dos fãs da série, e dois novos cenários inéditos na versão anterior.

Outra novidade foi a inclusão do modo Smart, que oferece uma maneira simplificada de jogar, seguindo a tendência de outros títulos clássicos de luta 2D, como Street Fighter com seu modo Moderno. O tutorial também foi expandido e ficou mais didático, e, por fim, a nova beta trouxe um modo prática, que não estava presente na primeira versão de testes.

Conclusão.

Agora podemos dizer com mais tranquilidade que Fatal Fury: City of the Wolves tem tudo para ser um sucesso, especialmente graças às boas (ainda que um pouco atrapalhadas) iniciativas de marketing da SNK.

Com os principais problemas resolvidos, resta apenas aguardar o lançamento oficial no dia 25 de abril. e que venha o jogo!




Conheça Heart: Future Whispers, novo jogo da Nuntius Games

Nuntius Games/Divulgação

A nova publicadora Nuntius Games anunciou que será responsável pela distribuição de Heart: Future Whispers, jogo desenvolvido pela BaltaRed. O shooter top-down foi lançado para PC durante o showcase de estreia da publisher, realizado em 24/03. Na ocasião, também foi confirmado que o título será lançado para Switch, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X|S.

Ambientado em um futuro distópico, Heart: Future Whispers desafia os jogadores a enfrentar hordas de inimigos, administrar recursos para obter armas poderosas e desvendar os segredos obscuros por trás do caos. O jogo também apresenta um modo infinito, onde o objetivo é alcançar a maior pontuação possível.

Nuntius Games/Divulgação

Com um preço acessível de R$ 9,99, Heart: Future Whispers é uma excelente opção para quem busca um jogo curto e desafiador sem precisar gastar muito ou ter um PC de alto desempenho. Confira o link abaixo para adquirir o jogo.


Compre: Heart: Future Whispers


Fonte: Nuntius Games

Crítica | Ninguém Quer - E01S04

No quarto episódio da série, intitulado  Obliterated, temos o primeiro encontro de verdade do nosso casal Joanne e Noah. As coisas não saem como o esperado, e os dois acabam parando em uma loja de brinquedos sexuais. 

Netflix/Divulgação

Isso ocorre porque o próximo episódio do podcast das irmãs vai trazer uma convidada especial que criou um vibrador diferente, e como anfitriãs, as irmãs precisam conseguir esse brinquedo para apresentá-lo. Algo acontece, e a missão acaba sobrando para Joanne.

Assim, o encontro dos dois é adiado, e o rabino vai, pela primeira vez, a esse tipo de loja. Como se já não fosse constrangedor o bastante, Noah acaba topando ali dentro um membro conhecido da Comunidade Judaica, que por acaso também faz parte do conselho de direção da Sinagoga em que trabalha.

Fiquei imaginando se fosse comigo, Pois sou professora. E se eu encontrasse um aluno em uma loja como essa? Ou os pais de algum aluno? Ou meus chefes? Dizemos que o mundo está mais evoluído e as pessoas são mais desencanadas, mas ainda há assuntos muito sensíveis, e uma cena dessas nos deixaria bastante constrangidos.

Noah fica preocupado com seu emprego, pois como líder religioso, é esperada uma certa postura ou conduta dele, mas, como Joanne está acostumada com esse tipo de situação (afinal, ela trabalha em um podcast que trata desses temas), ela conseguiu acalmá-lo e melhorar a situação.

Não foi exatamente o primeiro encontro ideal, mas tudo acabou dando certo. E como nos episódios anteriores, tivemos diversas questões trazidas à tona que nos fazem refletir.

Netflix/Divulgação

Quando estamos conhecendo uma pessoa nova, deveríamos deixar bem claro o que esperamos um do outro e já alinhar de antemão expectativas? Deveríamos ir com calma e ver o que pode rolar? E se a outra pessoa não quiser um relacionamento sério? E se você estiver servindo como um 'step' porque a pessoa está superando outra? E se você se abrir demais e se tornar dependente emocionalmente do outro? E se você for muito fechado e perder alguma oportunidade?

Apesar de algumas cenas constrangedoras, tivemos algumas cenas fofas da Miriam, filha de Sasha, irmão do Noah. Ela gosta de um menino, e a melhor amiga dela mandou uma mensagem a esse menino contando isso. Gostei da introdução da personagem, e nesse episódio eu quase gostei da Ester, mãe da Miriam. Confesso que ainda não gosto muito dessa personagem, ela parece ser muito chata e intrometida, e confesso que não senti muita química entre os atores que interpretam esse casal.

Aliás, no primeiro episódio, as poucas interações do Sasha com a irmã de Joanne nos trouxe muito mais química, e fiquei imaginando se ao longo da série não rolaria um divórcio e uma subtrama de um novo romance aqui. Mas talvez os roteiristas tenham mudado de ideia, porque acho difícil rolar um divórcio com a introdução de uma filha. Continuo animada pela série, apesar de perceber uma leve diferença do ritmo desse episódio com os anteriores.