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Review: My Hero Academia: All’s Justice (PC) - Um espetáculo para fãs, mas com limitações

Bandai Namco/Divulgação

My Hero Academia: All’s Justice
chega com a promessa de entregar a experiência definitiva do universo criado por Kohei Horikoshi nos videogames. Apostando em combates 3D em arena e foco total no fanservice, o jogo acerta em vários momentos — principalmente para quem é fã do anime — mas também tropeça em alguns pontos importantes.

Ficha técnica:

Desenvolvimento: Byking Inc. Distribuição: Bandai Namco Enterrainmnent Inc. Jogadores: 1 á 2 jogadores (local/online) Gênero: Ação, Luta, Anime Plataformas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S + Idioma: Português+

História para quem é fã

Bandai Namco/Divulgação

A campanha revisita arcos importantes do anime, colocando o jogador no centro dos confrontos mais marcantes da série. Há cenas bem dirigidas, dublagem competente e momentos que conseguem capturar o peso emocional da obra original.

Porém, a narrativa segue uma estrutura bastante linear e pouco ousada. Quem já acompanhou o anime ou o mangá dificilmente encontrará grandes surpresas. Funciona como uma boa “recapitulação jogável”, mas não expande o universo de forma significativa.

O que faz um jogo de luta

Bandai Namco/Divulgação

O sistema de combate é acessível e focado em espetáculo. Cada personagem possui golpes especiais fiéis às suas individualidades, com animações chamativas e ataques cinematográficos que agradam visualmente.

No entanto, apesar da variedade inicial, as lutas podem se tornar repetitivas após algumas horas. O sistema é divertido e responsivo, mas carece de maior profundidade estratégica para quem busca algo mais competitivo.

No multiplayer, a experiência melhora bastante. Contra outros jogadores, as partidas ganham mais dinamismo e imprevisibilidade, elevando o fator diversão.

Midoryia e companhia

Bandai Namco/Divulgação

O jogo traz um elenco sólido, incluindo heróis e vilões populares como Izuku Midoriya, Katsuki Bakugo e Shoto Todoroki.

A fidelidade visual é um dos grandes destaques: modelos bem detalhados, efeitos de poder impressionantes e golpes icônicos recriados com cuidado. Ainda assim, alguns personagens secundários poderiam ter sido mais bem desenvolvidos em termos de moveset.

Gráficos e Apresentação

Bandai Namco/Divulgação

Visualmente, All’s Justice entrega exatamente o que os fãs esperam. O estilo cel-shading respeita a identidade do anime, e os efeitos visuais durante os golpes especiais são impactantes.

A trilha sonora cumpre seu papel, mas não é particularmente memorável. Já as dublagens ajudam bastante na imersão, especialmente para quem opta pelo áudio original japonês.

Bandai Namco/Divulgação

My Hero Academia: All’s Justice
é um jogo claramente feito para fãs. Ele entrega espetáculo, personagens carismáticos e momentos empolgantes, mas não arrisca o suficiente para ir além disso. Para quem ama o universo da série, é uma experiência divertida e competente. Para quem busca um jogo de luta mais técnico e profundo, pode faltar aquele algo a mais.

Nota Final: 7,5 / 10

Pontos Positivos

Fidelidade visual ao anime
Golpes especiais cinematográficos e empolgantes
Elenco com personagens queridos da franquia
Multiplayer divertido

Pontos Negativos

Combate pode se tornar repetitivo
Pouca profundidade estratégica
História previsível para quem já conhece a obra
Modos de jogo limitados

Review Collector’s Cove (PC) — Uma odisseia calma no alto-mar

VoodooDuck/Divulgação


Collector’s Cove é um jogo cozy de simulação e aventura que coloca o jogador no comando de uma fazenda flutuante em pleno oceano. Em vez de combates ou desafios intensos, a proposta aqui é desacelerar: cultivar plantações no convés do barco, pescar espécies raras, explorar ilhas com biomas diferentes e expandir gradualmente seu lar sobre as águas.

Ficha Técnica

Desenvolvimento: VoodooDuck
Distribuição: VoodooDuck
Data de Lançamento: 12 de março de 2026
Plataformas: PC , PlayStation 5, Nintendo Switch
Gênero: Simulação, Aventura, 
Idiomas: Português (Brasil), Inglês + 

Um Mundo Tranquilo Sobre as Ondas
VoodooDuck/Divulgação

Collector’s Cove não segue uma história tradicional com personagens e arcos dramáticos. Em vez disso, ele convida o jogador a embarcar em uma aventura serena pelo mar, onde a jornada é mais importante que um roteiro linear.
O jogador começa com um barco simples e um companheiro animal fiel como única companhia. A missão é cultivar uma fazenda flutuante, explorar ilhas desconhecidas e preencher o Collector’s Compendium com colheitas e peixes raros, subindo de patamar até alcançar o cobiçado título de Colecionador Nomeado.
Não há inimigos hostis, conflitos ou ameaças constantes: o foco está na paz do oceano, na descoberta de novas zonas climáticas e na construção de um lar pessoal sobre as águas. O jogo traz uma mistura relaxante de jogos de fazenda, com exploração tranquila e sem pressa. Particularmente me agradou o que eu vi, é um ótimo jogo para desacelerar e curtir sua viagem e sua fazenda.

Jogabilidade Relaxante e Criativa

VoodooDuck/Divulgação

No convés do seu barco, você planta cultivos, pesca espécies raras e cria um ciclo constante de produção que alimenta tanto sua progressão quanto sua vontade de descobrir novos itens.

Descobrir novas ilhas significa acessar diferentes zonas climáticas e biomas, cada uma com flora e fauna próprias. Isso incentiva a exploração e a experimentação, gerando uma sensação contínua de descoberta.

Seu amigo animal, muitas vezes descrito como um dinossauro amigável, não é apenas uma presença estética: ele te acompanha na jornada, pode ser personalizado com acessórios e fortalece o vínculo narrativo do jogo. E muitas vezes me peguei olhando para ele/ela e pensando: MEU DEUS QUE COISA FOFA. É um grande acerto do jogo, já que de certa forma da personalidade pra ele ou ela.

Itens podem ser criados a partir de materiais forrageados, e o barco pode ser transformado em um verdadeiro lar. Isso torna cada progresso visualmente recompensador e dá sensação de propriedade sobre seu mundo flutuante. A exploração de ilhas e coleta de itens lembra muito outros jogos como Raft, porém sem os seus perigos ou urgências. Atmosfera e Apresentação

VoodooDuck/Divulgação

Collector’s Cove acerta em cheio na proposta cozy (aconchegante). Sua estética leve, trilha sonora relaxante e ritmo calmo criam uma experiência que convida à contemplação — algo raro em jogos que envolvem exploração e coleta.

O estilo artístico é colorido, agradável e acessível, com foco em clareza visual e conforto. Não há pressões competitivas, nem inimigos a temer; em vez disso, tudo é projetado para desacelerar e envolver o jogador em um ambiente acolhedor. A sua jornada, no seu tempo


Collector’s Cove
não é um jogo sobre batalhas ou desafios extremos — e é exatamente por isso que ele funciona tão bem para quem busca algo diferente. Ele entrega um ciclo de jogabilidade relaxante, recompensador e criativo, onde cultivar, explorar e colecionar itens se torna o prazer principal.

Pode ser lento para quem prefere ação intensa ou narrativa pomposa, mas é um convite perfeito para quem gosta de jogos cozy, foco em coleções, exploração e alma contemplativa.

Nota Final: 8/10

✅ Pontos Positivos

✔️ Atmosfera relaxante e acolhedora, ideal para descanso mental.
✔️ Mecânicas intuitivas de agricultura, pesca e coleta.
✔️ Exploração de ilhas com biomas únicos e variedade de itens.
✔️ Forte senso de progressão e personalização.
✔️ Amigo animal carismático e envolvente.

❌ Pontos Negativos

❌ Ritmo pode parecer lento para quem busca ação ou desafios urgentes.
❌ Conteúdo repetitivo após muitas horas se não houver variação significativa.

Segunda temporada de Wistoria: Wand and Sword tem estreia prevista para abril de 2026

A segunda temporada do anime Wistoria: Wand and Sword (Tsue to Tsurugi no Wistoria) já tem previsão de estreia. De acordo com informações divulgadas pelo portal Intoxianime, os novos episódios da série estão programados para chegar ao público em 12 de abril de 2026. A continuação dará sequência direta aos acontecimentos apresentados na primeira temporada da adaptação. O anime é baseado no mangá criado por Fujino Omori, conhecido também por seu trabalho em outras obras de fantasia, com arte de Tatsuya Yoshihara. A produção mantém o foco em uma narrativa de ação e fantasia ambientada em um mundo dominado pela magia.


A nova temporada contará com direção de Hideaki Nakano, profissional que já trabalhou em títulos como Saiyuki Reload Blast e Servamp. A produção é realizada em colaboração pelos estúdios Actas e Bandai Namco Pictures, conhecidos por projetos como Princess Principal, Gintama e Mairimashita! Iruma-kun. A trilha sonora da série continua sob responsabilidade do compositor Yuki Hayashi, reconhecido por seu trabalho em My Hero Academia e Haikyuu!!.

Assim como na temporada anterior, o anime terá distribuição internacional pela plataforma Crunchyroll. A previsão é que a segunda temporada conte com 12 episódios, seguindo o formato de exibição comum em produções televisivas japonesas.

 

A história acompanha Will Serfort, um jovem determinado a cumprir uma promessa feita à sua amiga de infância. Para alcançar esse objetivo, ele decide ingressar em uma prestigiada escola de magia. O desafio central da narrativa está no fato de que Will não consegue utilizar feitiços, algo considerado essencial naquele ambiente acadêmico. Diante dessa limitação, o protagonista passa a depender exclusivamente de suas habilidades com a espada para enfrentar os desafios e competir com outros estudantes que dominam o poder mágico.

 Teaser


Fonte: IntoxiAnime 

Temporada 2 Recarregada de Call of Duty: Black Ops 7 traz novos mapas multiplayer (revisar)

A Temporada 2 Recarregada de Call of Duty: Black Ops 7 chega no dia 11 de março, trazendo novos conteúdos para o multiplayer. Entre as principais novidades estão dois mapas inéditos: Cliff Town e Torque, que prometem intensificar ainda mais os confrontos competitivos.

Activision/Divulgação

Os jogadores já podem conferir mapas táticos interativos para estudar rotas estratégicas, pontos de vantagem e possíveis áreas de emboscada antes mesmo de entrar em combate.

O mapa Cliff Town coloca os jogadores em uma vila de pescadores à beira de um penhasco em Avalon, onde uma operação de contrabando da Guilda transforma as ruas estreitas em um verdadeiro campo de batalha.

Activision/Divulgação

O cenário favorece confrontos rápidos e estratégicos. Os becos apertados criam diversos pontos de estrangulamento, enquanto locais elevados — como a igreja e o mercado — oferecem posições privilegiadas para quem foca em um estilo de franco atirador.

Veteranos da série também podem sentir uma forte nostalgia: o mapa é uma reimaginação de “Yemen”, clássico de Black Ops 2, agora adaptado para o universo de Avalon e para as mecânicas modernas de Black Ops 7.

Já Torque leva a ação para uma rodovia fragmentada suspensa sobre Los Angeles, onde forças da JSOC enfrentam uma emboscada da Guilda.

Activision/Divulgação

O mapa foi pensado tanto para partidas 6v6 quanto para confrontos 2v2, trazendo um design mais experimental. A estrada principal passa pelo Chasm, uma área central de disputa constante, enquanto rotas alternativas permitem flancos criativos.

O cenário também traz referências à "Battle of Los Angeles", evento fictício que já apareceu anteriormente em Call of Duty: Black Ops II.

Com Cliff Town e Torque, a Temporada 2 Recarregada reforça o foco da Activision em manter o multiplayer de Black Ops 7 sempre atualizado, trazendo mapas que misturam nostalgia e novos elementos de gameplay.

Para quem ainda não experimentou o jogo, o teste gratuito de Black Ops 7 fica disponível até o dia 9 de março, permitindo experimentar parte da experiência antes do lançamento do novo conteúdo.