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Review Last Flag (PC) - Prova que hero shooters ainda podem ser criativos


Night Street Games/Divulgação

Em um mercado saturado de hero shooters, battle royales e experiências live service tentando desesperadamente chamar atenção,
Last Flag tenta seguir um caminho diferente: transformar o clássico Capture the Flag no centro absoluto da experiência competitiva. Desenvolvido pela Night Street Games, o jogo mistura combate em terceira pessoa, habilidades únicas e partidas caóticas 5v5 dentro de um programa de TV estilizado e exagerado.

A ideia parece simples no papel, mas funciona melhor do que muitos poderiam imaginar. 


Ficha técnica:

Desenvolvimento: Night Street Games
Distribuição: Night Street Games
Jogadores: Max. 10 (5x5)
Gênero: Hero Shooter, Arena Shooter, Capture the Flag
Plataformas: PC
Idioma: Português, Inglês +


Um hero shooter que lembra os clássicos

Night Street Games/Divulgação

Enquanto muitos jogos do gênero focam exclusivamente em eliminações e ultimates cinematográficos, Last Flag coloca objetivo e movimentação acima da mira perfeita. Cada partida começa com uma etapa onde as equipes precisam esconder suas bandeiras pelo mapa antes do confronto começar oficialmente. Depois disso, a dinâmica vira quase um híbrido entre caça ao tesouro, controle territorial e combate estratégico.

Existe uma tensão constante em defender sua posição enquanto tenta descobrir onde o inimigo escondeu a bandeira. O jogo cria momentos genuinamente divertidos quando times improvisam estratégias malucas, escondem objetivos em locais absurdos ou usam habilidades para distrair os adversários.

Gameplay rápido e extremamente arcade

Night Street Games/Divulgação

O combate é claramente inspirado em shooters arena mais antigos, mas modernizado com personagens cheios de personalidade e habilidades próprias. Há personagens focados em mobilidade, outros em suporte, defesa ou puro caos ofensivo.

A sensação geral lembra um cruzamento entre Overwatch, Team Fortress 2 e modos clássicos de captura à bandeira de jogos antigos. O jogo abraça o absurdo o tempo inteiro: bazucas explosivas, tornados, habilidades exageradas e mapas enormes cheios de caminhos alternativos fazem parte da identidade do game.

Os mapas são um dos maiores destaques

Night Street Games/Divulgação

Visualmente, Last Flag entrega cenários muito mais interessantes do que boa parte dos concorrentes atuais. Os mapas possuem verticalidade, múltiplas rotas e identidade própria, indo desde vilarejos congelados até templos antigos tomados por magia sombria.

Existe uma preocupação clara em fazer cada arena parecer um espaço explorável e não apenas um corredor competitivo simétrico. Isso ajuda bastante no conceito principal do jogo, já que esconder bandeiras em locais inteligentes é parte essencial da experiência.

Vale a pena?


Last Flag
talvez não seja o próximo fenômeno multiplayer da indústria, mas definitivamente possui personalidade própria — algo raro hoje em dia. O jogo entende exatamente o tipo de experiência que quer entregar: partidas rápidas, divertidas, caóticas e menos focadas em competitividade extrema. Quando funciona, ele consegue gerar momentos absurdamente divertidos com amigos e traz uma sensação genuína de novidade dentro de um gênero extremamente desgastado.

Por outro lado, o futuro do game ainda parece bastante instável. Em jogos multiplayer, comunidade ativa é praticamente tudo, e esse talvez seja o maior desafio que Last Flag precisará superar nos próximos meses.

Nota Final: 7/10

Pontos Positivos

Gameplay extremamente divertido e caótico

Boa variedade de personagens e habilidades

Visual estilizado e cheio de personalidade

Ótima experiência cooperativa com amigos


Pontos Negativos

Base de jogadores pequena atualmente

Pouca variedade de modos além do foco principal

Matchmaking pode apresentar filas inconsistentes

Prequela de legalmente loira ganha teaser

Foto: via Prime vídeo no Instagram

Após 25 anos o icônico "Legalmente loira" ganhará um prequeel, a série "Elle" contará a história da protagonista antes de Haward.

Legalmente loira conta a história de Elle Woods que apesar de iniciar sua jornada como advogada por um motivo não tão certo, se encontra na área do deireito e enfrenta preconceitos na área, provando que a visão que muitos tinham dela era errada.

O que torna o estilo da personagem icônico é que durante os anos 90/2000 um estereótipo dos filmes e séries era tornar a personagem que gostava de rosa, maquiagem e de se arrumar fútil, uma visão totalmente machista que consistia e tornar essas personagens vilãs pelo simples fato delas goagostarem arrumar e tornando as protagonistas inteligentes como meninas que não ligavam pra isso. Elle woods veio para contrariar essa regra, trazendo a frase "é difícil?" Quando questionada como conseguiu passar em haward.

Legalmente loira também ganhou uma sequência onde agora formada em direito, Elle lutará pelo direito dos animais.

A série "Elle" chegará no prime vídeo no dia 1° de julho e focará no ensino médio da protagonista.

Review – ChainStaff (PC): Ação, monstros e Heavy Metal


Com uma ótima jogabilidade baseada em clássicos como Contra e Metal Slug, junto com uma trilha sonora energética e cenários criativos e macabros, ChainStaff é um ótimo jogo de ação retrô, embora peque em poucos problemas de polimento.

Ficha Técnica

Desenvolvimento: Mommy's Best Games

Distribuição: Mommy's Best Games

Jogadores: 1

Gênero: Ação / Run and Gun

Plataformas: PC

Idioma: Português+

Uma lança alienígena cheia de possibilidades 


A jogabilidade de ChainStaff é muito parecida com os clássicos run and gun dos anos 80 e 90, onde o jogador precisa atravessar fases derrotando monstros e sobrevivendo ao caos.

O grande diferencial está justamente na ChainStaff, uma espécie de lança alienígena que acompanha o protagonista durante toda a aventura.

Com ela, podemos bloquear ataques, atacar inimigos e até utilizá-la como ponte ou corda para alcançar áreas mais distantes. Além disso, também temos gadgets que melhoramos ao salvar soldados feridos, aumento de poder de fogo caso escolhamos matar esses soldados e outros itens espalhados pelas fases.

O level design também merece destaque, trazendo mapas complexos, cheios de rotas alternativas e objetivos secundários. A dificuldade é justa e até diminui conforme o jogador aprende melhor as mecânicas.

Os problemas aparecem em pequenos bugs, como mudanças estranhas na velocidade do jogo e problemas de câmera durante transições entre partes das fases. Nada que destrua a experiência, mas são falhas perceptíveis.

Visual grotesco e cheio de personalidade 


No quesito gráfico, ChainStaff funciona muito bem. O desempenho é sólido e a direção de arte é extremamente chamativa.

A estética inspirada no Heavy Metal, misturando violência, monstros grotescos e elementos biomecânicos, dá ao jogo uma identidade própria muito forte.

Em alguns momentos, os inimigos lembram bastante aqueles shooters espaciais antigos cheios de criaturas bizarras e designs exagerados, o que ajuda ainda mais no charme da experiência.

Uma história simples, mas eficiente

A história de ChainStaff acompanha duas irmãs guerreiras em uma missão para enfrentar criaturas alienígenas e sobreviver a um mundo dominado pelo caos e pela violência.

Para o tipo de proposta que o jogo apresenta, a narrativa funciona muito bem. Ela lembra bastante os filmes de ação clássicos: direta, energética e sem tentar complicar demais as coisas.

Ainda assim, consegue criar interesse suficiente para fazer o jogador querer descobrir o que vem em seguida.

Heavy Metal até nos ouvidos 


A trilha sonora segue totalmente a identidade do jogo, apostando em músicas rápidas, agressivas e carregadas de energia.

Porém, existem alguns problemas. O principal deles é a pouca variedade musical. Apesar das faixas serem boas, rapidamente fica perceptível que há poucas músicas sendo reutilizadas ao longo das fases.

Outro problema está no looping das músicas, que não acontece de forma muito natural. Em vários momentos dá para perceber claramente onde a faixa termina e recomeça, faltando um pouco mais de polimento nessa parte.

Violento, estiloso e divertido 


ChainStaff consegue entregar exatamente aquilo que promete: um jogo de ação frenético, estiloso e extremamente divertido para quem gosta dos clássicos run and gun.

Mesmo com pequenos problemas técnicos e falta de refinamento em alguns aspectos, a ótima jogabilidade, o level design criativo e sua identidade Heavy Metal fazem o jogo se destacar bastante dentro do gênero.

Nota Final: 8/10

Pontos Positivos

  • Jogabilidade divertida e criativa

  • ChainStaff adiciona variedade ao gameplay

  • Ótimo level design

  • Direção de arte cheia de personalidade

  • Trilha sonora energética

 Pontos Negativos

  • Pequenos bugs técnicos

  • Problemas de câmera

  • Pouca variedade musical

  • Looping das músicas pouco polido


Review Far Far West (PC): Caos, coop e cowboys — e eu não consigo parar de jogar.

 

Comecei a jogar Far Far West para testar… e acabou virando aquele tipo de jogo que você abre “rapidinho” e quando vê já se passaram horas.

Pra mim, ele é basicamente uma mistura muito bem feita de Helldivers 2 com Deep Rock Galactic, mas com identidade própria. O tema de Velho Oeste com elementos meio sci-fi/místicos dá um charme diferente, e o jogo não se leva tão a sério, ajudando muito na diversão.

Ficha Técnica:

Desenvolvimento: Evil Raptor

Distribuição: Fireshine Games

Jogadores: 1 a 4 Jogadores

Gênero: Coop online, Velho oeste, Indie, Tiro, Aventura

Idioma: Português, Inglês. Francês

Plataformas: PC 


Gráficos e estilo 

Uma das primeiras coisas que me ganhou foi o visual.

O estilo low poly é lindo e cheio de personalidade. Não tenta ser realista, e justamente por isso funciona tão bem. Os cenários, personagens e inimigos têm um design simples, mas marcante, dá pra bater o olho e entender tudo rapidamente, o que ajuda até na gameplay.

Além disso, o jogo é leve e roda bem, o que hoje em dia já é um baita ponto positivo.


Fireshine Games/Divulgação

Jogabilidade (simples, mas viciante) 

A jogabilidade é fácil de pegar, mas não é rasa.

Você entende o básico rápido: atirar, usar habilidades, completar objetivos. Só que conforme vai jogando, começa a perceber que tem espaço pra melhorar, se posicionar melhor, usar build, cooperar de verdade com o time.

As missões seguem uma estrutura parecida, mas sempre têm pequenas variações: objetivos diferentes, eventos aleatórios, inimigos mudando, o suficiente pra não ficar repetitivo rápido.


Fireshine Games/Divulgação


Dificuldade e sensação de caos 

Aqui é onde o jogo realmente brilha.

Quando a dificuldade começa a subir, a coisa desanda de um jeito bom. A quantidade de inimigos aumenta muito e, em vários momentos, parece que eles simplesmente surgem do nada.

Tem aquela sensação clássica: “tava tudo sob controle… até parar de estar”

Você começa a tomar dano sem nem entender direito de onde veio, precisa correr, reposicionar, gritar com os amigos no Discord… e é exatamente isso que torna o jogo tão divertido.


Fireshine Games/Divulgação


Chefes (um dos pontos altos) 

Os chefes são muito bem feitos.

Cada um tem sua própria estética e temática, e isso aparece tanto na forma de invocar quanto durante a luta. Não são só inimigos mais fortes, parecem eventos dentro da missão.

As lutas conseguem ser caóticas sem virar bagunça total, o que é difícil de acertar, e deixam aquele gostinho de “boa, sobrevivemos”.



Fireshine Games/Divulgação


Cartas coringas (o toque de loucura) 

Esse é, fácil, um dos sistemas mais legais do jogo.

As cartas coringas adicionam modificadores inesperados durante a partida. E não é só coisa básica, tem efeito realmente maluco, tipo chance de spawnar porcos a cada tiro (sim, porcos mesmo). 

Isso deixa cada run única e cria momentos absurdos que você provavelmente não veria em outros jogos.

Fireshine Games/Divulgação


Coop e fator replay 

Esse jogo claramente foi feito pra jogar em grupo.

Com amigos, ele fica MUITO melhor. A comunicação, o caos, os momentos inesperados, tudo escala. É aquele tipo de jogo que gera história depois da partida.

E o mais importante: ele tem um fator replay muito forte.
Sempre dá vontade de jogar “só mais uma”, seja pra tentar uma run melhor, testar coisa diferente ou só pela zoeira mesmo.

Fireshine Games/Divulgação

Veredito

Far Far West é um daqueles jogos que não tenta reinventar tudo, ele pega ideias que já funcionam e mistura de um jeito muito bem feito.

Resultado: Um jogo simples de entrar, difícil de largar e extremamente divertido com amigos.

Se você curte coop, caos controlado e gameplay dinâmica, é uma recomendação fácil.



Cópia de PC cedida pelos produtores

Revisão: Gabriel Galdino

Nota Final: 9/10

Prós:

✔️ Gameplay simples e viciante 

✔️ Coop muito divertido 

✔️ Caos na medida certa 

✔️ Alto fator replay

✔️ Cartas coringas criativas 

Contras:

❌ Early Access 

❌ Pode ficar repetitivo solo 



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