Comecei a jogar Far Far West para testar… e acabou virando aquele tipo de jogo que você abre “rapidinho” e quando vê já se passaram horas.
Pra mim, ele é basicamente uma mistura muito bem feita de Helldivers 2 com Deep Rock Galactic, mas com identidade própria. O tema de Velho Oeste com elementos meio sci-fi/místicos dá um charme diferente, e o jogo não se leva tão a sério, ajudando muito na diversão.
Ficha Técnica:
Desenvolvimento: Evil Raptor
Distribuição: Fireshine Games
Jogadores: 1 a 4 Jogadores
Gênero: Coop online, Velho oeste, Indie, Tiro, Aventura
Idioma: Português, Inglês. Francês
Plataformas: PC
Gráficos e estilo
Uma das primeiras coisas que me ganhou foi o visual.
O estilo low poly é lindo e cheio de personalidade. Não tenta ser realista, e justamente por isso funciona tão bem. Os cenários, personagens e inimigos têm um design simples, mas marcante, dá pra bater o olho e entender tudo rapidamente, o que ajuda até na gameplay.
Além disso, o jogo é leve e roda bem, o que hoje em dia já é um baita ponto positivo.
Fireshine Games/Divulgação
Jogabilidade (simples, mas viciante)
A jogabilidade é fácil de pegar, mas não é rasa.
Você entende o básico rápido: atirar, usar habilidades, completar objetivos. Só que conforme vai jogando, começa a perceber que tem espaço pra melhorar, se posicionar melhor, usar build, cooperar de verdade com o time.
As missões seguem uma estrutura parecida, mas sempre têm pequenas variações: objetivos diferentes, eventos aleatórios, inimigos mudando, o suficiente pra não ficar repetitivo rápido.
Fireshine Games/Divulgação
Dificuldade e sensação de caos
Aqui é onde o jogo realmente brilha.
Quando a dificuldade começa a subir, a coisa desanda de um jeito bom. A quantidade de inimigos aumenta muito e, em vários momentos, parece que eles simplesmente surgem do nada.
Tem aquela sensação clássica: “tava tudo sob controle… até parar de estar”
Você começa a tomar dano sem nem entender direito de onde veio, precisa correr, reposicionar, gritar com os amigos no Discord… e é exatamente isso que torna o jogo tão divertido.
Fireshine Games/Divulgação
Chefes (um dos pontos altos)
Os chefes são muito bem feitos.
Cada um tem sua própria estética e temática, e isso aparece tanto na forma de invocar quanto durante a luta. Não são só inimigos mais fortes, parecem eventos dentro da missão.
As lutas conseguem ser caóticas sem virar bagunça total, o que é difícil de acertar, e deixam aquele gostinho de “boa, sobrevivemos”.
Fireshine Games/Divulgação
Cartas coringas (o toque de loucura)
Esse é, fácil, um dos sistemas mais legais do jogo.
As cartas coringas adicionam modificadores inesperados durante a partida. E não é só coisa básica, tem efeito realmente maluco, tipo chance de spawnar porcos a cada tiro (sim, porcos mesmo).
Isso deixa cada run única e cria momentos absurdos que você provavelmente não veria em outros jogos.
Fireshine Games/Divulgação
Coop e fator replay
Esse jogo claramente foi feito pra jogar em grupo.
Com amigos, ele fica MUITO melhor. A comunicação, o caos, os momentos inesperados, tudo escala. É aquele tipo de jogo que gera história depois da partida.
E o mais importante: ele tem um fator replay muito forte.
Sempre dá vontade de jogar “só mais uma”, seja pra tentar uma run melhor, testar coisa diferente ou só pela zoeira mesmo.
Fireshine Games/Divulgação
Veredito
Far Far West é um daqueles jogos que não tenta reinventar tudo, ele pega ideias que já funcionam e mistura de um jeito muito bem feito.
Resultado: Um jogo simples de entrar, difícil de largar e extremamente divertido com amigos.
Se você curte coop, caos controlado e gameplay dinâmica, é uma recomendação fácil.
Revisão: Gabriel Galdino
Nota Final: 9/10
Prós:
✔️ Gameplay simples e viciante
✔️ Coop muito divertido
✔️ Caos na medida certa
✔️ Alto fator replay
✔️ Cartas coringas criativas
Contras:
❌ Early Access
❌ Pode ficar repetitivo solo
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